B O L E T I M Número 65 de Outubro 2006 - Ano VI

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INESC Porto candidata-se a Plano de Formação de Financiamento PRIME...

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Foi recentemente submetida uma candidatura de um Plano de Formação ao Financiamento do programa PRIME. Espera-se que a recém-apresentada candidatura para o período 2007-2008 venha consolidar os resultados já obtidos com o Plano anterior e apoiar decisivamente os objectivos estratégicos traçados pelo INESC Porto.

O Plano candidatado prevê a realização de 71 cursos, 9.184 horas de formação e 311 participações em formações. A candidatura encontra-se para já em fase de análise junto do Gabinete de Gestão do PRIME.

... DIL faz balanço de Formação PRIME 2004-2006...

Terminou no passado dia 27 de Setembro de 2006, a execução do Plano de Formação Plurianual financiado pelo PRIME para o período de 2004-2006.

Neste enquadramento, foram realizadas 95 acções de formação (15 das quais realizadas à medida das necessidades do INESC Porto, no chamado formato intra-institucional), totalizando 7.900 horas de formação e 286 participações de colaboradores do INESC Porto em cursos.

Relativamente ao projecto candidatado, corresponde a uma execução física total de 75%, tendo em atenção que dado o longo período de execução, o Plano foi sendo adaptado mediante substituição de cursos inicialmente previstos, por solicitação das Unidades, Serviços e Departamentos.

Talvez mais expressivos do que os números, são os nomes das instituições de prestígio em que foram proporcionadas acções de formação. Para citar apenas alguns exemplos, são de destacar a nível internacional o MIT, EPO- European Patent Office, FSRM - Fondation Suisse pour la Recherche, University of Oxford, ISMIR Graduate School, CSIC; e a nível nacional a Universidade Católica Portuguesa, a EGP, a FEUP, a FEP e o IST.

Sucintamente, o Plano de Formação financiado pelo PRIME foi importante para o INESC Porto porque possibilitou a necessária valorização e actualização dos conhecimentos dos Recursos Humanos, essencial para o INESC Porto manter o nível de excelência nas áreas em que actua. Proporcionou ainda a aquisição de novos conhecimentos e competências, quer ao nível técnico, quer de gestão, quer comportamentais.

O financiamento das despesas associadas à formação possibilitou a realização de algumas acções de alto nível, que de outro modo estariam possivelmente vedadas aos colaboradores do INESC Porto por restrições orçamentais. Importa ainda saleientar que o plano de formação contribuiu para a participação de todos os colaboradores contratados em horas de formação no período 2004-2006, indo de encontro à obrigação legal, por parte das entidades empregadoras, de proporcionar formação profissional aos seus trabalhadores.


... e prepara relatório de avaliação

Para além dos benefícios óbvios, acima referidos, está ainda a ser concluído um processo interno de avaliação do Plano que pretende medir concretamente o impacto obtido e reflectir sobre melhorias ou alterações a contemplar em futuros planos de formação.

Da análise das respostas obtidas mediante a aplicação de inquéritos a participantes em cursos e respectivos Responsáveis directos, pode-se concluir que os objectivos do Plano foram na sua grande maioria atingidos, sendo o impacto global do projecto francamente positivo. O nível global das acções, segundo a apreciação dos formandos, foi considerado satisfatório ou muito satisfatório por uma percentagem entre 75% e 100%, consoante o tipo de cursos. Na apreciação dos responsáveis directos, esta variação situou-se entre 50% e 96,4%, igualmente consoante o tipo de cursos.

Não obstante os bons resultados atingidos, há aspectos a melhorar, tendo sido possível formular algumas recomendações para o futuro, tais como:  deverá ser efectuada uma escolha mais cuidadosa das entidades formadoras e uma aferição do nível de formação ministrado, sobretudo nas formações mais técnicas, uma vez que, não raramente, o nível da formação se revelou demasiado básico, ou não acrescentando quase nada ao nível de conhecimentos já detidos pelos formandos.

Dever-se-á ainda ter o cuidado de averiguar previamente o nível dos formandos, por forma a organizar turmas mais homogéneas e evitar assim quebras no processo de aprendizagem. Finalmente  deverá ser reforçada a ideia de co-responsabilização de todos os intervenientes no processo de preparação, implementação e avaliação do Plano de Formação para maior rentabilização dos recursos humanos e financeiros disponíveis e de aproveitamento de oportunidades. 

 



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