B O L E T I M Número 75 de Setembro 2007 - Ano VII

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O p i n i ã o  

  • A Vós a Razão
  • Colaborador comenta: "A competitividade foi o que mais me marcou durante a minha estadia na Universidade da Califórnia. Não no sentido normalmente associado à palavra de tentar prejudicar os outros..."

  • Asneira livre
  • Colaboradora revela: "O meu estágio aqui no INESC Porto está a superar as minhas expectativas, uma vez que se trata de uma instituição completamente diferente..."

  • Galeria do Insólito
  • Será que receber dinheiro dá sempre lucro? Nem sempre é assim, ora veja...

  • Biptoon
  • Mais cenas de como bamos indo porreiros...

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G A L E R I A  D O  I N S Ó L I T O


Ah!, Salazar...

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Conta a memória popular que o Prof. António de Oliveira Salazar tinha uma minuciosa forma de ser ditador, traduzida em expressões de avareza míope. Não é por acaso que o rapador da massa dos bolos ainda se chama um “salazar" ou que desligar o motor e deixar que a gravidade puxe o carro pelas descidas para poupar gasolina se denomina “ir à salazar".

Também o povo contava que, tendo Salazar encontrado um pobre esfaimado comendo relva no jardim em frente ao palácio de Belém, lhe respondeu ao pedido que desse qualquer coisinha entregando-lhe um cartão de visita onde manuscreveu que o autorizava a comer relva em todos os parques públicos do país, dinheiro é que não, ora bem.

O senhor já nem na tumba se remexe mas o seu espírito de contar tostões ainda perdura e nos assombra. Pois que outra explicação encontrar para o facto de a FCCN, entidade que presta relevante serviço público, diligentemente verificar que nos devia dinheiro respeitante ao ano de 2006 e tratar de nos enviar a correspondente nota de crédito, na espantosa quantia de 27 cêntimos?

Sim, leram bem, 0,27 Euros, sem tirar mas com vontade de pôr. Para nos facilitar, gastaram ainda mais uns cêntimos de tinta a explicar que eram 54 escudos.

Claro que para os receber gastamos mais do que essa conta pelo que, com devedores destes, vamos à falência num instante.

A malta compota-se bem...



Com o Verão acabado e a obsessão pela contagem das calorias já não sendo importante para manter a linha, ouviu-se um verdadeiro suspiro, um urro colectivo, qual libertação dos escravos, e um tropel de desespero dos colaboradores do INESC Porto a correrem atrás de divinos manjares logo pela manhã, em actos de verdadeira luxúria degustativa.

O BIP investigou. Como exemplo das iguarias hiper calóricas e gordurosas começando pelo pequeno almoço, descobrimos: tostas mistas com quilos de maionese e ketchup; croissants recheados com queijo e fiambre em postas (não confundir com fatias); sumol (não light e não diet, por favor) que também faz parte da dieta alimentar de um determinado investigador; sandes de presunto, em tamanho XL (ufa!, já estamos afrontados...); e mais...

Compreendemos. É um acto de redenção pelo pecado da continência.



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