B O L E T I M Número 64 de Julho/Agosto/Setembro 2006 - Ano VI

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  • Colaboradora revela: “Este período de trabalho no INESC Porto é muito positivo e tem-se tornado muito enriquecedor, pois considero-me envolvida nos diferentes projectos e sinto-me integrada no ambiente de trabalho.”

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A  V Ó S  A  R A Z Ã O


Muitas expectativas e alguns receios

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Por Rute Oliveira *

Foi no INESC Porto que realizei o meu estágio de fim de curso. Cheguei com muitas expectativas e alguns receios.

Hoje considero que foi a melhor opção que tomei, atendendo a um conjunto grande de factores, como sejam, a qualidade humana dos colegas, o trabalho que desenvolvi, permitindo adquirir uma grande experiência e uma abertura de novos horizontes.

Após o estágio, tive a oportunidade de continuar a desenvolver o meu trabalho no INESC Porto que me está a proporcionar a colaboração num novo projecto e com uma nova equipa que também me dá todo o apoio.

Considero, no entanto, que a localização do INESC Porto é um pouco isolada, principalmente para quem se desloca a pé. A oferta de espaços para pausa e alimentação, é bastante limitada.

De qualquer modo, este período de trabalho no INESC Porto é muito positivo e tem-se tornado muito enriquecedor, pois considero-me envolvida nos diferentes projectos e sinto-me integrada no ambiente de trabalho.



* Colaboradora da Unidade de Engenharia de Sistemas de Produção (UESP)


CONSULTOR DO LEITOR COMENTA

Cara Rute,

O que mais me espanta é a tua observação que a localização do INESC Porto é bastante isolada – como se fosse natural ou inevitável.

Compreendo que te referes ao contexto da Asprela, zona da cidade que continua carente de uma visão de génio que a transforme de periferia urbana em verdadeiro Campus Universitário do Porto.

Com alguma ingenuidade calculada, é uma frechada certeira nos responsáveis da cidade. Espalham-se cartazes de gosto duvidoso apregoando “porto cidade da ciência”, num assomo parolo ou rural idêntico aos que chamam Veneza portuguesa a Aveiro ou Roma portuguesa a Évora.

Um campus universitário oferece tudo aquilo que pedes. Distingue-se pelas regras especiais que nele vigoram, do urbanismo ao trânsito, das escolas à oferta global de serviços: restauração, alojamento, diversão, correios, bancos, turismo. Não é preciso inventar: conheces os bons exemplos que abundam nos Estados Unidos?

A requalificação da zona da Asprela, transformando-a em Campus Universitário, faria mais pela imagem nacional e internacional da cidade do que autocarros em movimentos pendulares de fachada fingindo que há grande agitação científica entre a Asprela e o Campo Alegre. Não conheço melhor exemplo de desperdício de dinheiros públicos. Mais valia que se fizesse um coreto.




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