B O L E T I M Número 78 de Dezembro 2007 - Ano VII

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  • Colaborador revela: "Um dos mais difíceis e complexos problemas que a Unidade CRACS enfrentou nos últimos tempos, foi tirar uma «foto de família»..."

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A S N E I R A  L I V R E


Uma foto de Família

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Por Álvaro Reis Figueira*

Um dos mais difíceis e complexos problemas que a Unidade CRACS enfrentou nos últimos tempos foi tirar uma “foto de família”. A dificuldade de conciliação dos horários lectivos, juntamente com a participação em muitos eventos, geralmente internacionais, frustrou sempre as várias tentativas que fizemos.

Mas, enfim, a nossa entrada no INESC Porto LA é algo de importante e pretendíamos mostrar a nossa “melhor face”, não defraudando as expectativas do seu Serviço de Comunicação.

Assim, quando em finais de Novembro percebi que a “Festa Surpresa” de anos do Vítor no DCC estava a ter muita adesão, imaginei logo que poderia ser a oportunidade que nos estava a faltar. Efectivamente estavam presentes 7/9 dos elementos que queríamos há muito tempo reunir.

Durante a Festa falei ao Fernando na hipótese de irmos tirar a fotografia no telhado do edifício, tirando partido do jardim e vista circundante. Tínhamos, contudo, uma pequena dificuldade, que era de ninguém saber como se podia ir para o telhado.

Mas, mesmo assim, estávamos a achar a ideia interessante! Nisto, S. Pedro resolveu dar uma ajuda na decisão promovendo uma bátega fenomenal.

Decidimos então substituir a ecologia e o espaço aberto por um fechado e totalmente tecnológico: a Sala de Servidores do DCC. Nessa altura, a nossa convicção de resolução deste problema começou de novo a abalar devido à aula que o Zé Paulo deveria estar a dar há dez minutos e do Eduardo estar atrasado para ir buscar os filhos.

Note-se que não deixámos de argumentar no sentido de as crianças poderem, perfeitamente, esperar uma ou duas horas à noite, na rua, pelo Pai (por algum motivo que ainda me escapa, o argumento não colheu).

Bom, lá se conseguiu entrar na dita Sala de Servidores, ir “pescar” o Zé Paulo à aula, impedir o Eduardo de sair do edifício e convencer a Inês a arrumar as coisas da Festa mais tarde.

O problema seguinte foi, já dentro da sala, conseguir um ângulo que simultaneamente nos apanhasse a todos e apanhasse também algo da sala, o que era difícil porque o espaço é extremamente exíguo.

Como éramos somente sete, tive de aproveitar a foto que o Luís colocou na sua home page e tirar uma foto ao Nuno, que chegou mais tarde, para depois montar tudo.

Durante a montagem, engraçado foi ver que, afinal a Sala dos Servidores, concebida nas nossas mentes como algo tecnologicamente avançado, zona “limpa” e “estanque”, com uma série de “luzinhas a piscar”, vindas dos switches e com a cablagem impecavelmente arrumada, acabou por se concretizar numa foto com um fundo onde se viam umas prateleiras em contraplacado, com umas ferragens num berrante cor-de-laranja e, finalmente, sem qualquer tipo de “luzinhas” visíveis.

Razão pela qual retirei todo esse fundo e montei uma fotografia do nosso jardim tirado através de uma janela.

Diga-se também que o Luís cresceu uns centímetros, e que o Nuno ficou com um sorriso, e olhar triunfante, numa direcção contrária a todos os outros...

* Colaborador do Center for Research in Advanced Computing Systems (CRACS)







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