INESC Porto
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Boletim INESC Porto
 
B o l e t i m N ú m e r o : 2 8 ( i n t e r n o ) / 1 4 ( p ú b l i c o )
 
 


O p i n i ã o

A Vós a Razão
Leitor confessa: "Falando em termos gerais e de uma forma simplista, devo dizer que, quando para cá vim, esperava encontrar um INESC Porto mais empresa e menos faculdade". »

Galeria do Insólito
Os colaboradores que não viajam em trabalho no INESC Porto - um grupo muito reduzido - têm a mania de dizer que quem viaja tem sorte porque farta-se de passear. Que afirmação mais injusta! »

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Leitor da UOSE reconhece: "Se é verdade que apenas nos reunimos todos entre uma fatia de bolo rei lá por alturas de Dezembro ou uns pontapés na bola por alturas de Maio, não custa nada ir contando umas histórias pelo meio". »

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Mostra da Ciência, Ensino e Inovação
INESC Porto mostra-se

Nos dias 20, 21 e 22 de Março, vinte colaboradores do INESC Porto participaram na Mostra da Ciência, Ensino e Inovação, organizada pela Universidade do Porto para comemorar o seu 92º aniversário. No mercado Ferreira Borges estiveram faculdades e unidades de investigação ligadas à UP, assim como o museu da Ciência e o centro de Astrofísica da UP. Balanço do evento: cinco mil visitantes, interesse quanto baste, óptima adesão... em suma, uma experiência a repetir!

O que se pôde ver
Em 1600 metros quadrados estiveram expostas 14 faculdades, 40 centros de investigação, uma livraria, um café, um pequeno auditório para conferências e um planetário portátil. Tudo disposto em gigantes paralelepípedos verdes, azuis, cinzentos, amarelos e vermelhos, que constituíram uma alegre alternativa aos stands fechados.

Durante três dias, o visitante foi presenteado com uma variedade de experiências, que iam desde próteses de anca, fios de sutura naturais e sacos para o armazenamento de sangue (INEB) até uma mesa de autópsia de mármore, um triturador de vísceras e um estojo de criminalística (Faculdade de Medicina), passando por tanques e aquários com lavagantes, robalos e animais marinhos da zona costeira do norte (Instituto Abel Salazar), entre muitas outras.

O espaço do INESC Porto
No espaço reservado ao INESC Porto estiveram representadas todas as Unidades de Investigação. Além do poster geral do INESC Porto e fotografias de ambiente de trabalho e laboratório, os visitantes puderam ver apresentações das Unidades em powerpoint e o vídeo do INESC Porto.

Mas não foi só... porque o que mais chamou atenção foram as demonstrações do Classificador Automático de Peças Cerâmicas, Sistema de Medição de Vibrações utilizando Fibra Óptica e Sistema de Análise do Sinal da Voz.

Os tijolos que falam
Quase todos os visitantes que se aproximavam do espaço do INESC Porto olhavam espantados para a experiência com dois tijolos, um martelo e um microfone. De facto, o "Classificador Automático de Peças Cerâmicas", criado pelo Grupo de Áudio da Unidade de Telecomunicações e Multimédia, foi apresentado vezes sem conta pelos colaboradores de serviço.

Este sistema permite classificar a qualidade estrutural de peças cerâmicas através da análise da resposta acústica a uma excitação mecânica. Actualmente, o controlo de qualidade na indústria cerâmica é executado por operários especializados através da audição da sonoridade das peças. Com este classificador, pretende-se substituir o processo de inspecção manual por um processo automatizado, permitindo a inspecção integral da produção com fiabilidade e permitindo obter e utilizar em tempo-real informação sobre a qualidade da produção.

As pontes com fibra
O "Sistema de Medição de Vibrações utilizando Fibra Óptica", desenvolvido pela Unidade de Optoelectrónica, permite medir as vibrações de estruturas, tais como pontes e viadutos. É constituído por uma fonte de espectro largo que ilumina o sensor óptico. Este é baseado numa rede de Bragg em fibra óptica embebida em material compósito.

O sinal medido é convertido usando um fotodíodo, sendo finalmente lido num osciloscópio. Todo este processo foi apresentado aos visitantes ávidos de informação, destacando-se o caso de uma criança de oito anos, que pediu uma demonstração. Como viu que o "explicador" ficou um pouco atrapalhado com a sua tenra idade, a criança declarou no final da demonstração: "Estás a ver? Não foi difícil. Entendi tudo, já ando no 3º ano!"

A tonalidade da voz
O "Analisador de Características da Fala", desenvolvido pelo Grupo de Áudio da UTM, é uma aplicação didáctica e interactiva para PC que representa e analisa em tempo-real, os sinais de fala captados por um vulgar microfone. No caso da voz, capta-se a tonalidade que corresponde à frequência de vibração das cordas vocais.

Sobre esta funcionalidade, a aplicação efectua uma pequena brincadeira que é categorizar o orador num de três perfis: criança, senhora e homem. Naturalmente atraídos pelo microfone, muitas vezes esperando encontrar um "karaoke", os visitantes experimentavam um "aaaaaa" e ficavam desolados quando o sistema não identificava correctamente o seu sexo. Alguns homens passaram por mulheres e algumas mulheres por crianças, o que arrancou sonoras gargalhadas a quem assistia à experiência.

Os resultados já visíveis
Apesar de o objectivo principal desta Mostra ter sido a apresentação da UP, suas faculdades e institutos à comunidade, nomeadamente ao ensino secundário, o espaço do INESC Porto recebeu visitantes com outras motivações. Foi estimulante encontrar visitantes interessados nos projectos apresentados e em eventuais parcerias.

O "Sistema de Medição de Vibrações utilizando Fibra Óptica" constituiu um ponto de partida para explicações mais detalhadas sobre as potencialidades dos sensores construídos a partir das redes de Bragg. Registaram-se duas manifestações de interesse nesta tecnologia: a construção de um sistema para mediar a planaridade de pranchas de madeira para uma indústria de mobiliário; e o desenvolvimento de sensores para teste e aferição de equipamentos de laboratório por uma filial de uma firma dinamarquesa.

Os livros e as conferências
Entre os espaços das faculdades e unidades de investigação, os visitantes encontraram uma exposição da produção bibliográfica da UP, uma livraria e um centro de vendas. Aproveitando este ambiente foram lançadas várias publicações, entre as quais se destaca o livro "Projecções da Memória" - uma colecção de fotografias tiradas à FEUP na Rua dos Bragas, organizada por Luís Corte-Real, investigador do INESC Porto.

Ao longo dos três dias, houve ainda lugar para 35 conferências que decorreram num pequeno auditório montado no recinto. Representando a Faculdade de Engenharia, Mário Jorge Leitão, director do INESC Porto apresentou, no último dia, o tema "Cidades Digitais - mito ou realidade?".

As actividades lúdicas
Além de espectáculos de tunas e outros grupos musicais da academia que actuaram em vários pontos da cidade, da corrida universitária de 6500 metros com a presença de Rosa Mota e do sarau anual do Orfeão Universitário do Porto, também o mercado Ferreira Borges foi palco de entretenimento académico.

A Tuna Universitária, o Grupo de Danças do Douro, as Tunas Académicas da FEUP e FEP, o Coral e Trova do Instituto Abel Salazar, o Coral de Engenharia e o Teatro Universitário do Porto entretiveram os visitantes por alguns minutos, numa agradável pausa para café ou água, ofertas da UP.

Discurso directo (entrevistas a alguns colaboradores que participaram no evento)

1 - Com que impressão geral ficou da Feira?


2 - Na sua opinião, qual é a importância da participação do INESC Porto nesta Mostra, isto é, que ganhos poderá vir a obter?


3- Em relação aos projectos em exposição, notou interesse por parte dos visitantes? A que níveis?


4 - O que mudaria no espaço do INESC Porto e na organização da nossa participação em geral?

Rute Ferreira (USE)
1 - Fiquei impressionada pela positiva, pois sempre pensei que este tipo de eventos não tivesse tanta adesão como eu vi que teve!
2 - É sempre bom dar-mo-nos a conhecer a quem não nos conhece, e dar-mo-nos a conhecer melhor a quem já ouviu falar de nós. Senti um reconhecimento generalizado e uma muito boa impressão sobre o trabalho desenvolvido pelo INESC, por parte de quem se dirigiu ao nosso stand!
3 - Qualquer dos projectos teve boa adesão de interessados para informações sobre a aplicação prática do que viam e se existia comercialização para tal.
4 - A adesão ao stand foi muito grande por isso acredito que tudo estivesse pelo melhor...

Vasco Santos (UTM)
1 - Fiquei com a impressão de que o evento teve bastante êxito. Não só as pessoas mostraram bastante interesse em visitar a Mostra, mas também em perceber as demonstrações nela presentes. Sou da opinião de que, numa perspectiva geral, o evento foi bastante bem organizado.
2 - Julgo que a importância da participação do INESC Porto neste tipo de actividades é grande, no sentido da divulgação das suas áreas de incidência tecnológica e "know-how" existente. Não só as pessoas ficam a saber da existência da instituição, mas também as áreas de investigação em que ela aposta. Ainda, a utilização de demonstradores interactivos e apelativos dá às pessoas uma sensação de intriga quanto às questões relacionadas com a ciência e o desenvolvimento tecnológico, por forma a que estes não "caiam" no esquecimento ("Ei! Afinal, cá em Portugal ainda se fazem umas coisas interessantes...").
3 - Sim, sem dúvida. Os visitantes, em geral, ficaram curiosos em saber para que é que a tecnologia presente nos demonstradores serve, ou seja, em que género de aplicações da vida real pode ser utilizada. Alguns visitantes mais "esclarecidos" perguntaram que tipo de tecnologias estavam por detrás das demonstrações, quais as suas valências e limitações, etc. Outros, ainda, ficaram com contactos e links web para obterem mais informações sobre os demonstradores e os seus enquadramentos.
4 - A única coisa que me intriga é o facto de os demonstradores presentes apenas mostrarem aquilo que nós (instituição) fazemos, em muito poucas áreas. Basicamente, apenas ficou demonstrado aquilo que se faz nas áreas de processamento de sinais áudio da UTM e sistemas sensoriais ópticos da UOSE. Sou da opinião de que deveriam ser levadas mais demonstrações, representativas das actividades de investigação e desenvolvimento que existem nas outras unidades do INESC Porto. Torna-se complicado mostrar às pessoas que o INESC Porto tem áreas de incidência tecnológica bastante mais diversas que as apresentadas ali...

Paulo Cardoso (UOSE)
1 - Boa. Foi uma experiência muito interessante.
2 - Muito mais visibilidade perante o público em geral. Aperceberem-se de que há quem pense e actue para o desenvolvimento do país.
3 - Sim, principalmente na experiência da detecção de qualidade dos tijolos (vá-se lá saber porquê).
4 - Julgo não ter experiência suficiente para dar melhores sugestões. Mas vou dar umas dicas: - brochuras e outros objectos (porta-chaves, canetas, lápis, etc...) com o logotipo do INESC Porto, porque as pessoas reagem bem a este tipo de "comportamento comercial e de divulgação"; - experiências ainda mais interactivas e de maior visibilidade em termos de aplicação prática no dia-a-dia, acompanhadas por informações de exemplos práticos de implementação nacional ou até internacional (na industria, comércio, agricultura, serviços e outros).

André Rocha (UTM)
1 - A Mostra pareceu bastante bem organizada, decorreu num espaço muito bonito e acolhedor, e permitiu abrir à cidade e sua população as mais diversas facetas da Universidade, desde a medicina à astronomia, passando pela engenharia e desporto.
2 - Numa Mostra deste tipo, o INESC Porto ganha uma visibilidade junto do público em geral crucial para o afirmar, por um lado, da sua importância como instituto de investigação de excelência e, por outro lado, de que efectivamente há vida na investigação tecnológica da cidade. De outro modo, a nossa projecção teria um alcance meramente académico e industrial.
3 - Sim, os projectos expostos despertavam muito interesse do público, principalmente de estudantes do ensino secundário. O principal factor de interesse num evento deste tipo é, sem dúvida, a interactividade dos projectos, o que no caso do INESC Porto foi totalmente conseguido.
4 - O espaço do INESC Porto estava, no geral, bastante bem organizado e despertava a atenção do público. Reparei, no entanto, que muito poucas pessoas prestavam atenção à apresentação do INESC Porto em powerpoint, pelo que a sua presença no expositor me parece desnecessária, mais ainda quando havia também um vídeo a ser reproduzido. Alguns dos pontos abordados nesta apresentação poderiam de alguma forma ser incluídos nesse vídeo. Além deste ponto, gostaria de ter visto projectos de todas as unidades expostos, e não apenas da UTM e UOSE. Julgo que assim se dá uma ideia muito limitada das áreas de investigação do INESC Porto.

Nuno Pinto (UOSE)
1- Boa impressão, estava muito giro e cativante penso eu. Talvez a necessidade
de mais demonstrações de experiências.
2- Penso que seja importante para a divulgação, não só do INESC Porto mas também dos trabalhos realizados e importância que têm. Os ganhos que poderá vir a ter são os de cativar futuros estudantes como também novos projectos a realizar.
3 - Sim. A vários níveis, uma vez que era uma exposição aberta para o público em geral...
4 - Não sei se mudaria alguma coisa... é pena o espaço de exposição não ser maior, para expor mais projectos.

Vítor Soares (UTM)
1 - A escala de avaliação da impressão com que fiquei, assume desde logo a ponderação de 1/3 em relação à geral, já que estive presente durante um (sábado, dia 22) dos 3 dias da mostra. É evidente que considerações válidas sobre o sucesso global do evento, apenas as poderá fazer quem traçou os seus objectivos, pelo menos com mais realismo. Do que me foi possível apreender, e do ponto de vista mais (i)mediat(ic)o, quanto ao nº de visitantes, devo dizer que me surpreendeu pela positiva. Sentiu-se um ambiente agradável de intercâmbio, no qual era patente a universalidade da própria Universidade do Porto.
2 - Basta concentrarmos apenas na enumeração dos critérios e prismas para aferir sobre os ganhos, para seguramente, ser necessário mais de 5 linhas de resposta. Apenas um exemplo, se daqui a alguns anos, apenas um dos "grandes" do ensino básico que, com entusiasmo, experimentou um dos demonstradores do INESC Porto, seguir uma carreira científica, então aí está um bom exemplo de que já se está a ganhar, no percurso da produção científica nacional.
3 - Neste ponto, foi com grande gáudio que percebi o grande interesse, por parte dos visitantes, sendo este demonstrado em vários contextos/níveis:
- Pelo visitante-tipo sem aparente conhecimento científico, mas que se sentiu atraído pelos demonstradores presentes, graças à sua forte componente de interactividade.
- Pelo visitante com aparente conhecimento científico, que apercebendo-se dos paradigmas envolvidos nos demonstradores, evoluiu para uma fase de interacção (conversando com os colaboradores do INESC Porto), em eram patentes as questões relacionadas com as técnicas envolvidas, manifestando também os próprios planos pessoais na investigação científica.
- Por visitantes com aparente participação no mundo empresarial, que se interessaram sobre a eventual transitabilidade de tecnologias em aplicações específicas.
4 - Mais uma vez há que referir, que tudo depende dos objectivos que se tinha em mente, assim como, do público alvo a que se pretendia que chegasse a "mensagem". De qualquer das formas, é sempre de equacionar no mínimo dois cenários possíveis, referindo qual, na minha opinião, seria a melhor estratégia a seguir:
1º Cenário: Mostra de Ciência de carácter mais informal/genérica. Suponho que foi neste contexto que foi projectada a participação do INESC Porto, e nesse sentido, penso que bem.
2º Cenário: Mostra de Inovação com Interactividade entre o mundo profissional e o mundo de investigação e desenvolvimento. A ideia de ter presente as próprias pessoas que desenvolveram os sistemas entre outras do domínio científico é de louvar e de reforçar ainda mais, em próximas edições. Neste tipo de participação, não mudaria propriamente a organização da participação, mas sim a frequência das participações. Entende-se fundamental criar uma dinâmica de percepção do mundo exterior, no que diz respeito a necessidades de soluções inovadoras e exequíveis, para que as linhas de acção na investigação e desenvolvimento sejam coerentes com o mundo real. Em projectos de maior complexidade, no plano geral da mostra, estruturaria as respectivas apresentações/demonstrações em sessões escalonadas e com horário pré-definido, para se sistematizar a forma como transmitir a mensagem, em oposição a uma certa repetitividade, por vezes não tão eficaz.

Marco Oliveira (USIC)
1 - Pessoalmente, considero que qualquer evento que permita apresentar a excelência cientifica e tecnológica à população é merecedor de elogios. Esta Mostra brilhou pelo facto de reunir a Universidade do Porto e seus Laboratórios Associados num espaço único, onde se conseguia obter uma visão superficial de diversos projectos e estudos por estes elaborados. Obviamente nem tudo foi perfeito, não fosse esta a primeira edição da Mostra. Aqui tenho a apontar a questão do espaço, quer na área total utilizada, que considerei pouca para um evento desta natureza, quer na sua divisão, onde se denotava alguma "desorganização", tornando por vezes difícil, ao visitante, a correcta definição dos espaços dos diferente expositores.
2 - Os ganhos que o INESC Porto pode vir a obter da sua participação nesta Mostra, são de índole variada, o que considero mais importante é o reconhecimento público da instituição e das actividades nela desenvolvidas.
3 - Acho que ficou óbvio o impacto que os projectos em exposição tiveram em todos os visitantes que por lá passavam.
Destaco pela positiva os projectos, "Classificador Automático de Tijolos", pela fácil compreensão e notória utilidade, e "Analisador de Características da Fala", pela interactividade possibilitada, que concentram maior atenção visitantes. Pela negativa sou forçado a destacar a apresentação (em powerpoint) das Unidades e de alguns projectos, que considerei enfadonha, em grande parte devido ao seu tamanho e morosidade associada.
4 - Em relação ao espaço, colocaria uma "mesa redonda" com 5 ecrãs (LCD - por questões de espaço), possibilitando desta forma que cada unidade elaborasse a sua apresentação, evitando desta forma uma única e morosa apresentação.

Discurso directo (entrevistas a alguns colaboradores que participaram no evento)

1- Com que impressão geral ficou deste evento?


2 - Na sua opinião, qual é a importância da participação do INESC Porto neste evento, isto é, que ganhos poderá vir a obter?


3 - O que mudaria no espaço do INESC Porto e na organização da nossa participação em geral?

Artur Pimenta Alves (Direcção)
1 - Gostei. Achei muito animado. Segundo me referiram era muito mais animado ainda durante o dia pois havia visitas das escolas secundárias. Pareceu-me que a existência de alguns demonstradores é essencial e nós tínhamos. Os módulos que só tinham coisas estáticas e cartazes não funcionam...
2- O ganho maior é visibilidade e reconhecimento do nosso papel no contexto do I&D e da UP.
3- Acho que temos só que preparar outros tipos de experiências para demonstrar que as actuais já foram demonstradas muitas vezes... O modelo deve manter-se...

Aníbal Ferreira (UTM)
1 - Extremamente positiva, tratou-se de uma mostra que conseguiu ser apelativa, estimulante e agradável.
2 - Dada a missão do INESC Porto, a sua participação neste tipo de eventos parece-me ser obrigatória, não só por uma questão de afirmação e visibilidade, mas também pela necessidade de motivar a novas gerações para a coisa científica.
3 - Para além da presença do INESC Porto nesta feira, e até para não ser juíz em causa própria, penso que importa motivar os diversos grupos de investigação no INESC Porto para a necessidade de encontrarem um formato adequado de divulgação da sua actuação e realizações científicas. É importante termos uma presença mais expressiva em futuros eventos similares, como decorre até da nossa obrigação como instituição associada do Ciência Viva.

Jorge Santos (DIL)
1 - Acho que este tipo de eventos se deveriam fazer mais vezes, pois grande parte da população portuguesa não sabe o que é uma universidade.
2- A importância para o INESC Porto é bastante grande pois só assim se pode dar a conhecer aquilo que já se faz neste País.
3- As mudanças são relativas, pois cada cabeça sua sentença, mas suponho que dentro do contexto da feira era o mais adequado.