B O L E T I M Número 77 de Novembro 2007 - Ano VII

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O p i n i ã o  

  • A Vós a Razão
  • Colaborador afirma: "A mudança que precisamos de influenciar tem também de passar por mudanças em nós próprios; a horizontalidade de certas áreas de intervenção obriga a rearranjos e, porventura, a alianças...

  • Asneira livre
  • Colaboradora revela: "Devo dizer que no seu todo, o stand causava algum impacto: o sapato de senhora colocado no plinto da UESP deliciou muitas meninas e senhoras da feira..."

  • Galeria do Insólito
  • Se o sapato exposto nas jornadas falasse, teria muito para contar – especialmente sobre a quantidade de mulheres que se encantaram e mexiam nele...

  • Biptoon
  • Mais cenas de como bamos indo porreiros...

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A S N E I R A  L I V R E


Uma jornada pelo INESC Porto

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Por Rita Ribeiro*

Entre 7 e 10 de Novembro tiveram lugar na FIL as 3as Jornadas da AdI.

O INESC Porto LA esteve presente e optou por fazê-lo de forma marcante num espaço preenchido e atraente: cinco telas em tons de preto e azul, quatro plintos “forrados” por imagens atractivas e um monitor LCD para apresentar alguns dos projectos desenvolvidos neste laboratório.

O projecto MODAL – Models for Predicting Algae Blooms, ao qual estive associada, também marcou presença na exposição. Trata-se de um projecto apoiado pela FCT e desenvolvido no LIAAD (Laboratório de Inteligência Artificial e Apoio à Decisão), um dos mais recentes membros do INESC Porto LA.

Como parte integrante da equipa deste projecto, coube-me a mim, no dia 9 de Novembro, estar presente nestas jornadas da AdI, no stand do INESC Porto LA.

Sobre o plinto destinado ao projecto MODAL, existia um aquário, algumas algas de borracha e, à falta de peixes, umas aranhas igualmente de borracha. De facto, isto despertava a atenção de muita gente, nem que fosse pela dúvida quanto à existência de “aranhas aquáticas”.

Mas tudo acabava por ser esclarecido, e a atenção para o problema ecológico e para a importância da antecipação dos blooms de algas tinha já sido capturada.

Devo dizer que no seu todo, o stand causava algum impacto: o sapato de senhora colocado no plinto da UESP deliciou muitas meninas e senhoras da feira, que assim puderam tomar conhecimento da importância que a intervenção desta unidade teve no sector nacional do calçado; o cérebro no plinto da USE, que efectuava a analogia com a gestão de redes de distribuição de energia, despertou a curiosidade de várias pessoas.

A rentabilização máxima das energias renováveis, demonstrada pela simulação apresentada no LCD, captou a atenção de quem por ali passava, reforçando a crescente preocupação ambiental existente nos dias de hoje e a prótese de anca, com sensores de fibra óptica, no plinto da UOSE foi, sem dúvida, o maior elemento de sucesso entre o público; todos ficavam deslumbrados com as perspectivas que esta solução poderá, no futuro, originar.

Fosse pelo preto que se destacava no espaço do stand, ou por qualquer outro elemento original nele introduzido, a verdade é que ninguém passava indiferente ao espaço do INESC Porto LA.

Concorrência, existia com certeza, alguma até ‘desleal’. O stand do Tagus Park oferecia a quem por lá passava um cafézinho da Nespresso e o stand da Galp acolhia os visitantes com a simpatia das “Meninas do Gás”!

Em suma, penso que se conseguiu comunicar e captar atenções.

Valeu e valerá sempre a pena repetir esta experiência.

Uma nota importante:
O cansaço de passar quase todo o dia de pé foi, em grande parte, atenuado pela óptima companhia da Lúcia Sousa.

Obrigada Lúcia! :-)

* Colaboradora do Laboratório de Inteligência Artificial e Apoio à Decisão (LIAAD)



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