B o l e t i m Número 53 de Julho 2005 - Ano IV
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N O T Í C I A S

Projecto interno de Workflow:
o princípio do fim do papel no INESC Porto

Decorria o ano 2000, quando a Direcção do INESC Porto (DIP), contrariando o ditado “casa de ferreiro, espeto de pau”, decidiu avançar para a automatização do processo de fichas de viagem. Iniciou-se, então, uma discussão alargada, foi feita a análise deste processo, a sua reengenharia e, posteriormente, a sua implementação, a qual foi (e é) suportada por um sistema de gestão de workflow – Ultimus Workflow.

Em virtude de algumas indefinições, inexperiência e de diversos problemas que tiveram de ser ultrapassados, apenas em 2003 foi possível ter as 29 actividades relativas ao processamento das fichas de viagens automatizadas, o sistema consolidado e a sua implantação estendida a toda a instituição.

Apesar das vicissitudes que afectaram a automatização do processo de fichas de viagem, as grandes vantagens que daí decorrem, bem como, o know-how e experiência entretanto adquirida, levaram a DIP a não só dar continuidade ao projecto, mas a alargá-lo a outros processos de negócio do INESC Porto.

Nesse sentido, e dando sequência a um documento de trabalho elaborado ainda em 2004, foi constituída uma equipa envolvendo um consórcio de elementos do SIG, UESP, USIC e DIL, coordenada por Vladimiro Miranda, a qual avançou para a análise, redefinição, especificação e automatização de alguns dos (sub)processos de negócio mais relevantes do INESC Porto.

Seguindo uma metodologia em espiral (análise – redefinição – especificação – implementação – validação – análise – ...), o trabalho em curso abrange, nesta altura, os seguintes sub-processos:

  • Recrutamento, Selecção e Contratação de Bolseiros
  • Renovação de Bolsas
  • Avaliação de Desempenho (de contratados e docentes do ensino superior)
  • Elaboração e Aprovação de Propostas de Prestação de Serviços
  • Contratualização de Prestação de Serviços
  • Aquisição de Equipamento Informático

Após a aprovação da DIP, e havendo condições para isso, o objectivo é que estes sub-processos entrem em produção de forma gradual, mas regular, ao longo dos próximos meses. Assim, a perspectiva existente é, já após as férias (Setembro), poder ter um destes sub-processos “no terreno”, isto é, em fase de testes avançados, validação e utilização experimental.

Em termos futuros, pretende-se alargar este projecto a todos os processos e sub-processos de negócio.

Enquanto no INESC Porto circularem documentos em papel (e fotocópias!) de forma desnecessária, contribuindo para a existência de informação redundante, perda de tempo, falta de controlo global das operações, dificuldade para posterior consulta, “monstruosos” arquivos de papel, etc., em suma, para uma menor eficiência na gestão interna, a tarefa não estará terminada.



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